III Conferência Estadual de Esporte vai reunir 700 pessoas de 60 municípios do Pará
Nos dias 03, 04 e 05 de maio será realizada a III Conferência Estadual do Esporte, no Auditório Benedito Nunes, Centro de Convenções da Universidade Federal do Pará. A conferência tem por objetivo discutir o Plano Decenal para o Esporte e Lazer para o Brasil, aprovar uma carta de princípios e diretrizes para o esporte do Pará. Além disso os participantes vão eleger os 50 delegados (as) que o estado tem direito para a etapa nacional da III Conferência que acontecerá de 3 a 6 de junho em Brasília.
O tema da conferência é o Plano decenal do esporte e Lazer – 10 pontos em 10 anos para se projetar o Brasil entre os 10 mais.
O Plano Decenal para o Esporte e Lazer do Brasil é composto por 10 linhas estratégicas, são elas: O Sistema Nacional de Esporte e Lazer; Formação e Valorização Profissional, Esporte, Lazer e Educação, Esporte, Saúde e Qualidade de Vida, Ciência, Tecnologia, e Inovação, Esporte de alto rendimento, Futebol Esporte de Alto Rendimento, Financiamento do Esporte, Infraestrutura esportiva, e Esporte e Economia. Cada linha desta pode possuir até dez ações e, cada ação, até quatro metas.
Desta forma, o Conselho Nacional do Esporte apresenta o texto básico para ser discutido pela sociedade para que esta possa opinar sobre os pontos e prioridades para o esporte e lazer brasileiro nos próximos 10 anos.
Financiamento- Entre as propostas que devem ser aprovadas na Conferência Nacional é o financiamento para materializar as políticas públicas de desenvolvimento através da Lei de Incentivo ao Esporte (LIE). Nesta, 2% do orçamento da geral da união será destinado ao esporte, enquanto que do estado será descontado 1,5% e do município ½ %. Será uma forma de incentivar que a qualificação de profissionais, construção de áreas de esporte e lazer, assim como estruturar da melhor forma tudo que esteja relacionado a prática esportiva.
As Olimpíadas e Paraolimpíadas em 2016, a Copa do Mundo, em 2014, as, a Copa das Confederações, em 2013 e os Jogos Mundiais Militares em 2011, podem além de serem grandes eventos, deixar um importante legado para todas as áreas do esporte. Sendo este um bom momento para aproveitar esta boa herança e construir uma perspectiva positiva e democrática para esta década.
Desta forma a Secretaria de Estado Esporte e Lazer (SEEL-PA) aponta a construção da III Conferência Estadual como prioridade de sua ação neste primeiro semestre, convocando os mais diversos setores da sociedade a debater os rumos da área no Pará.
Estão confirmadas a presença do , Secretário Executivo do Ministério do Esporte, Valdemar Souza, da Governadora do Estado, Ana Júlia Carepa, além do Secretário de Estado de Esporte e Lazer, Leandro Schilipake. Atletas renomados do Estado do Pará que brilham também no esporte nacional como Dayse Silva, a única atleta paraense do boliche a compor a seleção Brasileira, o paraatleta Alan Fonteles, e outros.
Programação:
ABERTURA:
DIA: 3
HORÁRIO: 18H
LOCAL: CENTRO DE CONVENÇÕES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (Próximo ao Prédio da Reitoria- entrada pelo pórtico 2)
CONTATO: Alan Frick (91) 91452862 E Ketno Lucas (91) 81857807
03 DE MAIO DE 2010
16:00h - início do credenciamento
18:00h - abertura da III Conferência Estadual do Esporte
20:00h – Atração Cultural
20:30h – Coquetel de Confraternização
04 DE MAIO DE 2010
9:00h – debate sobre as teses
11:00h – início da discussão sobre as linhas estratégicas e a Carta de Princípios e Diretrizes da Política Estadual do Esporte do Para
12:30h – Almoço
14:00h – reinício dos Grupos de discussão
17:30h – fim dos trabalhos dos grupos de discussão
05 DE MAIO 2010
9:00h – Plenária Final- Deliberação sobre as propostas
12:30h – Almoço
14:00h - Reinício da Plenária Final- eleição de delegados
Blog da Síglia Simone. Gestora e Produtora de Eventos Culturais. Bacharelanda em Direito.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
PARABÉNS PROFESSORA JEANNY BENTES
Dia 23 de abril é um dia de muita felicidade para a família BENTES, dia em que veio ao mundo um ser belo, inteligente, talentosa e competente, hoje, professora especialista em lingua portuguesa JEANNY BENTES, parabéns companheira, seja Feliz e que nossa senhora abençoe para que seus sonhos e ideais sejam alcançados e realizados, temos muito orgulho de você!
PARABÉNS PROFESSORA JEANE PADILHA
parabenizo a professoara JEANE PADILHA, ela que é excelente professoara do CEJEP, em nome da família PADILHA á parabenizamos pela passagem de seu aniversário dia 16/04
parabéns companheira felicidades e muita saúde para vencer as batalhas da vida.
parabéns companheira felicidades e muita saúde para vencer as batalhas da vida.
PARABÉNS AO GRANDE AMIGO DA CULTURA PARAENSE, EDILSON MOURA.
Parabenizo o nosso ex- secretário de cultura do estado Prof. EDILSON MOURA, que tanto trabalhou rente a SECULT, levando recursos através de editais, promoções, eventos e cultura em todas as formas aos quatro cantos do estado. parabéns companheiro EDILSON que Nossa Senhora de Nazaré o bençoe e guie sempre e seus caminhos passem a ser a trilha da vitória sempre.
Felicidades!!!!
PARABÉNS DEPUTADO CHICÃO
No dia 19 de abril esteve aniversáriando o companheiro Dep. Francisco das Chagas carinhosamente conhecido como CHICÃO, ele figura politica histórica no município de Ananindeua, onde foi 3 vezes vereador, vice prefeito e agora deputado tendo passado também parte do seu mandato na função de Secretário de Obras do Estado.
parabéns DEPUTADO CHICÃO, SAÚDE, SUCESSO E VITÓRIAS EM SEU TRAJETO.
parabéns DEPUTADO CHICÃO, SAÚDE, SUCESSO E VITÓRIAS EM SEU TRAJETO.
Quero aqui parabenizar o nosso prefeito HELDER BARBALHO e seu competentíssimo secretário municipal de meio ambiente FILIPPI BASTOS pelo projeto que trouxe para o município o restaurante popular de Ananindeua na C. N VI, WE 75 com SN 22, ao lado do pronto socorro, inaugurado com muito sucesso, onde tivemos a presença do ministro ALEXANDRE PADILHA e outras autoridades.
PARABÉNS AO COMPANHEIRO LUIS FREITAS
segunda-feira, 12 de abril de 2010
COMUNIDADES TRADICIONAIS DE TERREIROS SERÃO MAPEADAS.
Da Redação
Agência Pará
Nesta terça-feira (13), o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), através da Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan), e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir/PR), por meio da Secretaria de Políticas para as Comunidades Tradicionais (Subcom), promovem o "I Encontro Paraense de Segurança Alimentar para Comunidades Tradicionais de Terreiros" e lançam o Mapeamento das Comunidades Tradicionais de Terreiros localizadas em Belém e Região Metropolitana.
O mapeamento tem por objetivo identificar, reconhecer e apresentar dados para a promoção de políticas públicas de segurança alimentar e nutricional e melhoria da qualidade de vida nas comunidades tradicionais de terreiro.
Na oportunidade, lideranças da Região Metropolitana e a representação paraense do Conselho Nacional de Segurança Alimentar das Comunidades de Terreiros, Mãe Nalva de Oxum (liderança da Terra Firme), junto com as representações de Brasília, lançam as bases do Programa de Segurança Alimentar para as comunidades no Pará.
O governo do Pará apoia este evento e, por meio da Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social (Sedes), também participa da coordenação do Conselho Estadual de Segurança Alimentar, desenvolvendo projetos regionalizados dirigidos a comunidades carentes das regiões paraenses.
Terreiros - Cerca de 3.200 terreiros são cadastrados em comunidades na Região Metropolitana de Belém, uma das regiões brasileiras mais representadas pelas comunidades afro-religiosas. Nem todas as comunidades têm situação jurídica regularizada, mas funcionam dentro dos limites de manifestação cultural e religiosa. São essas comunidades que deverão ser mapeadas, no sentido do poder público melhor direcionar projetos e políticas públicas, respeitando o preceito da diversidade religiosa da sociedade brasileira, já que a liberdade de culto é uma garantia constitucional. O programa é dirigido às lideranças recorrentes no processo cultural (não ocidental) no Pará: Tambor de Mina, Umbanda, Candomblé (Nagô, Ketu, Angola, Jeje), Pajelança
Agência Pará
Nesta terça-feira (13), o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), através da Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan), e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir/PR), por meio da Secretaria de Políticas para as Comunidades Tradicionais (Subcom), promovem o "I Encontro Paraense de Segurança Alimentar para Comunidades Tradicionais de Terreiros" e lançam o Mapeamento das Comunidades Tradicionais de Terreiros localizadas em Belém e Região Metropolitana.
O mapeamento tem por objetivo identificar, reconhecer e apresentar dados para a promoção de políticas públicas de segurança alimentar e nutricional e melhoria da qualidade de vida nas comunidades tradicionais de terreiro.
Na oportunidade, lideranças da Região Metropolitana e a representação paraense do Conselho Nacional de Segurança Alimentar das Comunidades de Terreiros, Mãe Nalva de Oxum (liderança da Terra Firme), junto com as representações de Brasília, lançam as bases do Programa de Segurança Alimentar para as comunidades no Pará.
O governo do Pará apoia este evento e, por meio da Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social (Sedes), também participa da coordenação do Conselho Estadual de Segurança Alimentar, desenvolvendo projetos regionalizados dirigidos a comunidades carentes das regiões paraenses.
Terreiros - Cerca de 3.200 terreiros são cadastrados em comunidades na Região Metropolitana de Belém, uma das regiões brasileiras mais representadas pelas comunidades afro-religiosas. Nem todas as comunidades têm situação jurídica regularizada, mas funcionam dentro dos limites de manifestação cultural e religiosa. São essas comunidades que deverão ser mapeadas, no sentido do poder público melhor direcionar projetos e políticas públicas, respeitando o preceito da diversidade religiosa da sociedade brasileira, já que a liberdade de culto é uma garantia constitucional. O programa é dirigido às lideranças recorrentes no processo cultural (não ocidental) no Pará: Tambor de Mina, Umbanda, Candomblé (Nagô, Ketu, Angola, Jeje), Pajelança
IV Semana dos Povos Indígenas terá programação na capital e no interior.

IV Semana dos Povos Indígenas terá programação na capital e no interior
Da Redação
Agência Pará
A cultura indígena dos povos do território paraense tem a oportunidade de ser conhecida e valorizada nas Semanas dos Povos Indígenas
Representantes de todas as etnias participarão, em Belém e no interior, de oficinas, debates e exposições durante a IV Semana dos Povos Indígenas

As danças e rituais indígenas estão entre os símbolos da cultura dos povos ancestrais da região amazônica

Elementos da cultura dos povos indígenas do Pará poderão ser vistos no Circuito das Exposições, na programação promovida pelo governo do Estado

Debate virtual via web TV, conferência, rodas de conversa, mostra de filmes, exposições, oficinas, debates e mediação virtual nas escolas integram a programação da IV Semana Estadual dos Povos Indígenas, que acontecerá de 18 a 28 de abril, com o tema "Nós, Indígenas - Guardiões da Floresta". O evento visa aumentar a visibilidade dos povos indígenas perante a sociedade, reafirmando o direito à livre expressão.
A IV Semana dos Povos Indígenas será realizada em Belém e nas aldeias Trocará do povo Assurini (município de Tucuruí); Cateté, dos Xicrin (em Parauapebas); Mapuera, dos Wai Wai (em Oriximiná); Borari (Santarém) e Kayapó, de São Félix do Xingu e Altamira.
No dia 18, em Belém, a partir de 18h, depois de participar do Bafafá Pro Música, evento realizado pela Associação Pro Rock, quatro etnias abrirão oficialmente a Semana, com uma apresentação inédita do Coral Guarani ao lado da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, no Forte do Castelo. Regidos pelo maestro Enaldo Oliveira, representantes de etnias como Tembé, Assurini e Kayapó vão tocar, com a participação de Liliane Xipaia.
Ainda no dia 18 será aberto o Circuito Cultural Nós, Indígenas, com exposições de acervos indígenas, montado com a finalidade de oferecer um panorama completo da cultura indígena, desde os primeiros contatos com os não indígenas até os dias atuais.
Duas aldeias indígenas do interior serão contempladas com a oficina de Formação de Documentaristas Indígenas. Durante três dias, os índios desenvolverão temas a partir de um aspecto étnico-cultural sobre a própria realidade. Ao final das oficinas serão apresentados curtas e/ou documentários criados pelos indígenas com base na experiência com a linguagem audiovisual.
Indígenas que foram capacitados durante o ano de 2009 darão apoio técnico aos participantes da oficina. Haverá ainda exibição de documentários sobre as semanas indígenas anteriores e outras produções que os próprios indígenas fizeram desde 2008, quando foi iniciado um processo de formação audiovisual na Fundação Curro Velho.
Nos últimos meses vem sendo implantados pontos de cultura nas aldeias Trocará, Cateté e Mapuera. Cada Ponto receberá um kit multimídia, composto de computador com acesso à internet banda larga e placa de vídeo para edição, filmadora e fitas, além de outros equipamentos de audiovisual.
Exposições - A IV Semana reforçará a importância da comunicação como ferramenta de valorização cultural e de fortalecimento da identidade. No Museu do Índio, instalado no Solar da Beira, no Mercado do Ver-o-Peso, estará a mostra fotográfica Assurini Awaeté - Gente de Verdade. Os fotógrafos paraenses João Ramid, Alberto Ampuero e Diana Figueroa selecionaram 67 fotos que retratam a vida, a arte e a cultura do povo Assurini.
No Museu Paraense Emílio Goeldi será montada a exposição Kayapó Mebengokre nhõ pyka, enfatizando o cotidiano, os fazeres e rituais do povo Kayapó Mebengokre. Três aldeias participaram do processo de produção da exposição: Moikarakoa, Las Casas e Kikretum, por meio de histórias contadas pelos mais velhos, confecção de flechas, artesanato e captação de imagens.
No Forte do Presépio será incluída no circuito a exposição com cerâmica primitiva e artefatos indígenas do Museu do Encontro, na sala Guaimiaba. A exposição reúne objetos em cerâmica tapajônica e marajoara, além da cultura material recolhida no próprio sítio histórico: fragmentos de cerâmica e porcelana, balas, moedas etc.
No Museu Histórico do Estado do Pará (MHEP) haverá uma coletânea de acervos em parceria com a Fundação Nacional do Índio (Funai) e acervo etnográfico da 1ª Comissão Demarcadora de Limites, reunida na Exposição de Acervos dos Povos Indígenas do Estado.
Pinturas - No MHEP estará aberta ao público a exposição das pinturas do artista plástico indígena Pituku Waiãpi, que desenvolveu técnicas de pintura utilizando a boca. Pituku nasceu na aldeia Amapari, terra indígena Waiãpi, no Estado do Amapá. Em 1979, quando tinha apenas 2 anos, foi diagnosticado com paralisia infantil e retirado de sua comunidade pela Funai. Passou a morar na Casa de Saúde Indígena, em Belém. Determinado, ele superou os obstáculos passando a manusear o pincel de uma forma diferente da convencional, e desenvolve seus trabalhos desde 1996.
A aptidão para a pintura ele descobriu no Hospital Sara Kubitschek, em Brasília, aos 12 anos. Durante o tratamento, descobriu as tintas e os pincéis, e começou a recordar tudo o que havia vivido em sua aldeia. Desde então, Pituku já participou de diversas exposições coletivas, individuais e salões no Maranhão e em São Paulo, e hoje faz parte da Associação dos Pintores com os Pés e a Boca.
Na sede da Fundação Curro Velho, no bairro do Telégrafo, será aberta a mostra "Formas e Cores da Cultura dos Tembé". A exposição reúne telas, objetos e artesanato produzidos na aldeia Tekohaw, localizada à margem esquerda do rio Gurupi, na divisa do Pará com o Maranhão.
Na primeira Comissão Demarcadora de Limites, a exposição "Fronteira Norte" mostrará, com acervo da Comissão Demarcadora de Limites, as técnicas de aproximação com os povos indígenas que habitam as regiões de fronteira.
Ainda dentro do Circuito de Exposições está inserida a Igreja de Santo Alexandre, concluída em 1719 e originalmente dedicada a São Francisco Xavier. Nas primeiras décadas do século XVIII funcionou no prédio histórico uma oficina de escultura, dirigida pelo padre João Xavier Traer, que ensinou essa técnica aos indígenas. Segundo crônica do jesuíta João Daniel, do século XVIII, a Igreja de Santo Alexandre se tornou a primeira obra de arte realizada por escultores indígenas no Brasil.
Catálogo - Durante a IV Semana dos Povos Indígenas será apresentado um catálogo com a produção artística e cultural indígena, reunida no "Circuito Cultural Nós, Indígenas". Em 40 páginas, com textos, fotos e ilustrações, a publicação será um panorama desta produção desde a era pré-colombiana até os dias atuais. Um acervo de peças arqueológicas, artesanato, utensílios indígenas e outros objetos da época da ocupação portuguesa na região, como mapas e livros.
A publicação terá ainda um DVD, com documentários produzidos pelos próprios povos indígenas sobre a I Conferência Estadual dos Povos Indígenas; I, II e III Semana dos Povos Indígenas, e as duas Conferências Regionais de Educação Escolar Indígena realizadas no Pará. Será produzido também um mapa etnográfico, com informações sobre terra e cultura indígena no Pará, destinado à Educação Básica.
A Semana promoverá um ciclo de debates, em Belém, sobre territórios etnoeducacionais indígenas, marcas da cultura indígena na sociedade contemporânea, políticas de assistência indigenista, meio ambiente e sustentabilidade.
No dia 19, quando é comemorado o Dia Nacional do Índio, será realizado o debate virtual "Grandes Projetos da Amazônia e os Impactos Sócioculturais às comunidades Indígenas", que será transmitido, via web TV, para toda a Amazônia Legal.
A governadora Ana Júlia Carepa estará em Tucuruí, na aldeia Assurini, onde participará do debate, junto com o ministro da Cultura, Juca Ferreira.
Elielton Amador - SECOM
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